Quelônio Solto é uma coleção de literatura brasileira contemporânea, formada por textos inéditos em livro.

 

Cada edição reúne plaquetes com textos curtos, em prosa e em poesia, de quatro autores e uma obra de um artista plástico.

 

Não há tema específico ou unidade formal – os textos são soltos, livres, assim como a obra de arte que os reúne. O diálogo entre os textos resulta do acaso e da reunião de diferentes nomes de cada edição.

 

No primeiro número, a coleção traz poemas de Julia de Souza e Carla Kinzo, um relato em prosa de Edu Campos e fragmentos poéticos de Ricardo Aleixo.

Os textos foram impressos em folhas soltas e compostos em linotipo. Uma xilogravura original feita pelo artista plástico Alexandre Teles envolve os quatro textos como uma capa. A gravura foi impressa pelo próprio artista em papel kraft. A edição da coleção é de Bruno Zeni e o projeto gráfico de Sílvia Nastari. 

 

 

Carla Kinzo nasceu em São Paulo. Poeta e atriz, é autora de Cinematógrafo (7Letras, 2014). O poema “fome” integra o livro inédito Cartográfico.

 

Edu Campos nasceu em São Paulo. Vive no interior do Estado. Fotógrafo e escritor, publicou Até a margem do grande rio (Ateliê Editorial, 2012).

 

Julia de Souza é poeta e vive em São Paulo, autora de Covil (7Letras, 2013).

 

Ricardo Aleixo é poeta, performador e artista visual. Mineiro de Belo Horizonte, é autor de Trívio (Scriptum, 2002), Modelos vivos (Crisálida, 2010) e Impossível como nunca ter tido um rosto (2015), entre outros livros.

 

Alexandre Teles trabalha como gravurista, ilustrador e professor. Sua obras artísticas, que exploram técnicas como a xilogravura e a monotipia, já foram publicadas em jornais e livros e expostas em feiras e postes na rua. Vive em São Paulo. Seu trabalho pode ser visto em www.aleteles.wordpress.com.

 

 

 

 

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Formato: 165 x 245 mm

4 plaquetes + xilogravura original

Ouça o poema "Fome", lido pela autora Carla Kinzo 

Ouça o texto "O falso e limitado deus dos cães",

lido por Edu Campos. Áudio: Estúdio Hidrofonia