Combo Tipografia 2

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Nossos poemas conjuram e gritam (Várias autoras, organização: Lubi Prates)

A publicação reúne sete poetas com grande destaque na literatura brasileira contemporânea: Conceição Evaristo, Esmeralda Ribeiro, Jarid Arraes, Lívia Natália, Natasha Felix, Neide Almeida e Nina Rizzi. O título da antologia é inspirado na epígrafe do poema “Da conjuração dos versos”, de Conceição Evaristo, incluído na publicação. Como diz a organizadora, Lubi Prates, na apresentação da antologia: “Uma celebração é sempre coletiva: precisamos segurar nossas mãos, e, assim, dançamos e cantamos, mas também, planejamos nossa liberdade através da poesia”.

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Jamanta na testa, de Maíra Mendes Galvão, apresenta uma poética que busca a experimentação com as línguas e com a linguagem. Os 27 poemas que compõem o livro foram escritos entre 2013 e 2016. Os poemas investigam a sonoridade das palavras, a semântica recôndita dos vocábulos e uma topografia que se transpõe para os poemas. Além da experimentação vocabular, a disposição espacial dos poemas em colunas e a extensão dos versos exploram a relação entre a palavra e o branco da página.

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Rinoceronte, de Ronald Polito, reúne dezoito poemas em prosa, escritos em estilo conciso e lacunar, em frases curtas e muitas vezes nominais, de tom rascante e apocalíptico. Os poemas se constroem por acumulação de imagens contraditórias e atordoantes: “ir em frente para trás” (“Aos trancos”); “ainda enquanto se constrói o desmonte” (“À toda”); “a noite é de dia” (“Engrenar”); e como diz o poema que abre o livro: “tudo demorou muito rapidamente” (“Estrato”). Certos animais acorrem com frequência nos textos e compõem um bestiário de corpos incompletos e indiferentes. É o caso dos cães (“um rabo de cão cada vez mais ao longe”), aves (“um pássaro exceto seu par de asas”) e insetos (“Um pernilongo sobrevoa o anticadáver”), além do rinoceronte que dá título ao livro. Em “Engenho”, um “rinoceronte sem freios” se junta a um navio encalhado no horizonte, asas de pedra, uma flor de ferro e um bonde que não passa. Algumas construções apontam para o paroxismo de tempos extremos: “A noite era muito além da escuridão” (“Estrato”); “as forças estão agregadas para a paralisia” (“Império”). Temas contemporâneos, como o nomadismo, a violência e a exclusão ganham formulação exasperada em “Perspectiva” (leia ao final). A forma da escrita também se adequa ao teor de violência e negatividade dos poemas. Todos os textos são formatados da mesma maneira: justificados, em blocos maciços que realçam a solidez e a impenetrabilidade do universo retratado. 
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